Bingo |
O bingo é uma evolução de um jogo existente
na Itália desde 1530. "Lo Giuoco Del Lotto" consistia em uma
espécie de loteria realizada todos os sábados.
Quando chegou à França, em 1770, passou a
ser chamada de "Le Lotto" e se tornou popular entre os homens mais
abastados da sociedade. Os alemães também possuíam, por volta de 1800, uma
versão do jogo, mas se tratava de um brinquedo infantil utilizado para ensinar
matemática, gramática e história.
O bingo chegou aos Estados Unidos em 1929 e
lá recebeu o nome que detém hoje. O vendedor Edwin S. Lowe resolveu
rebatizá-lo porque, certo dia, enquanto acompanhava um jogo, ouviu alguém
acidentalmente gritar "bingo!" ao invés de "beano", que
era o termo correto.
Posteriormente, Lowe contratou Carl
Leffler, um professor de matemática da Universidade de Columbia, para
aumentar o número de combinações nos cartões. Mas o grande pontapé para
popularização do jogo foi dado por um padre católico da Pensilvânia.
O religioso achou que seria uma boa ideia
utilizar o bingo para levantar fundos para a sua igreja. Acabou acertando em
cheio.
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012
urioso...
Viva a sabedoria...
Textos
Filosóficos 09
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Clonagem O primeiro bicho de estimação
clonado causa comoção em vez de repulsa
Vem cá, gatinha! Vem cá!
Se o primeiro bicho de estimação clonado
pode desmanchar o seu coração, então, como você vai reagir quando vir a
primeira criança clonada?
Jeffrey Kluger
Colaborou na reportagem Sora Song, em Nova
York
Com os seus grandes olhos redondos, o seu
focinho em forma de botão e sua expressão que parece querer dizer "estou
pronta para a brincadeira", a gatinha chamada cc (iniciais das palavras
"cópia carbono" ou ainda da expressão inglesa "copy cat"
- alguém que imita os outros) tem uma cara pela qual é praticamente
impossível não se apaixonar, o que pode ajudar a explicar por que a
hostilidade que costuma acompanhar em geral todas as notícias referentes ao
assunto da clonagem foi praticamente abafada pelo som dos arrulhos que todos
os meios de comunicação emitiram em coro.
Cc é o nome que os cientistas que estão por
trás do nascimento deste que é o primeiro bicho de estimação clonado da
história, deram à sua criação, uma gatinha com pêlo curto chitado que é uma
réplica genética de sua mãe biológica (mesmo que isso não possa ser percebido
visualmente). Por ela ser tão bonitinha e sedutora - e tocar na mesma corda
sensível que um clone humano ainda neném tocaria nas pessoas, de maneira
inevitável -, ela acaba valorizando e destacando o contexto emocional que
estava faltando até agora no vasto debate sobre a clonagem. Uma coisa é
discutir os méritos da clonagem quando se está falando numa ovelha que se
comporta de maneira indiferente, ou quando se trata de camundongos, de gado,
de cabras ou de porcos. Mas é outra coisa, muito diferente, quando o clone
está praticamente sentado no seu colo, miando, ronronando e implorando pelo
seu carinho.
Foi durante a semana passada, então, que um
debate iniciado em 1997 com a clonagem da ovelha Dolly tomou uma nova
dimensão, pedindo com urgência por novos posicionamentos. A opinião pública
ficou mais uma vez dividida em torno dos aspectos que dizem respeito aos
problemas éticos que essa prática suscita, embora, desta vez, os partidários
da clonagem tivessem recebido o apoio dos apaixonados por bichos de
estimação, enquanto os adversários da clonagem conquistaram a torcida dos
membros da A.S.P.C.A. (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade com
os Animais) e da Humane Society (uma outra associação internacional que luta
contra as perseguições a crianças e a animais). "Precisamos questionar o
objetivo social que existe por trás desse fato", afirma Wayne Pacelle,
vice-presidente da filial americana da Humane Society. "Só porque você é
capaz de realizar determinada coisa, isso não significa que deva realizá-la
efetivamente".
Nem por isso, a tarefa de dar cc à luz foi
particularmente fácil. O projeto teve a supervisão de Mark Westhusin, um
professor associado da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade A&M
do Texas, e contou com a colaboração da Genetic Savings & Clone (Economia
Genética & Clone), uma companhia privada cujo benfeitor financeiro queria
clonar não uma gata e sim uma cachorra pastora da fronteira, meio vira-lata e
já idosa, chamada Missy. No entanto, os cães não ovulam regularmente, ao
contrário dos gatos, e, por razões que ainda não foram plenamente
esclarecidas, os óvulos de cães não conseguem se desenvolver de maneira
satisfatória num ambiente de laboratório. Por isso, após terem passado cerca
de três anos sem obter qualquer resultado, Mark Westhusin e seus colegas
deixaram de lado os caninos para dedicar-se aos felinos.
Trabalhando, primeiramente, num gato macho
adulto, eles recolheram células da boca do animal que eles fusionaram com os
ovos de uma gata doadora, da qual eles haviam retirado todo o material
genético. Isso criou 82 embriões, os quais foram implantados em sete mães
fecundas. Esse procedimento resultou apenas num simples clone fetal, enquanto
o outro morreu no útero. Os pesquisadores voltaram-se então para as células
acumuladas retiradas dos ovários de uma fêmea chamada Rainbow, criando cinco
embriões clonados. Estes foram implantados em Allie, uma outra mãe fecunda,
e, desta vez, um embrião foi fertilizado e cresceu. O resultado foi cc,
nascida em 22 de dezembro passado e cuja existência foi anunciada com grande
estardalhaço na semana passada pelo jornal especializado "Nature".
"Foi fascinante acompanhar essa evolução", conta Lou Hawthorne,
diretor-presidente da Genetic Savings & Clone. "Ela é simplesmente
uma gatinha linda e adorável".
Essa experiência foi muito mais do que um
mero avanço científico. A notícia, que foi publicada em primeira-mão pelo
"Wall Street Journal", chamou a atenção dos empresários. Todos os
anos, milhões de bichos de estimação morrem nos Estados Unidos, deixando
abandonados inúmeros proprietários abastados que se dispõem a pagar somas
elevadas para substituir o seu companheiro adorado. A Genetic Savings &
Clone já propôs congelar o DNA de bichos de estimação para uma clonagem
futura, cobrando a módica soma de US$ 895 (cerca de R$ 2.236), mais US$ 100
(R$ 250) por ano para a estocagem.
Mas os candidatos a clonar os seus bichos
de estimação devem tomar cuidado. Reproduzir geneticamente um animal não é
barato. "Aqueles que pretendemos reproduzir no ano que vem, deverão
custar algo acima de US$ 10.000 [R$ 25.000], sempre um valor em dólar de
cinco dígitos", diz Hawthorne. Só mais tarde, quando os procedimentos
serão racionalizados, os custos deverão diminuir. Há também problemas
técnicos. A taxa de sucesso, de 1 entre 87 tentativas, obtida pelo
laboratório do Texas é típica de qualquer atividade de clonagem, a qual pode
resultar em dezenas de embriões mortos até o surgimento de um único que
consiga viver.
Além disso, quando se consegue finalmente
um clone viável, ele pode não se parecer nem um pouco com o seu parente, a
não pelos seus genes. Rainbow e cc têm uma coloração diferente, por exemplo,
uma vez que os pêlos dos gatos dessa raça (calico) são determinados, de um
lado, pelos genes e, de outro, por alterações moleculares aleatórias que
ocorrem durante o desenvolvimento. O temperamento também depende em grande
parte do acaso, já que é extremamente difícil definir o quanto da
personalidade do animal é geneticamente programado e o quanto é formado pelo
meio ambiente em que ele cresce. "É uma falácia dizer que a clonagem
proporciona uma réplica exata", afirma Wayne Pacelle, da Humane Society.
Por sua vez, Mark Westhusin reconhece: "Não se trata de uma
ressurreição. As pessoas precisam entender isso".
Mesmo se fosse possível criar uma
reprodução exata de um vira-lata perdido ou de uma gatinha, isso não quer
dizer necessariamente que é uma boa idéia. Considerando que mais de 5 milhões
de gatos rejeitados são eliminados todos os anos, fica difícil justificar
gastos de dezenas de milhares de dólares para clonar um novo. Por que não
adotar um desses bichos, então? Além do mais, alguns dos animais que foram
clonados até agora foram acometidos de todo tipo de doenças, inclusive por
insuficiências fatais no coração e nos rins, logo na sua primeira infância.
Os defensores da clonagem alegam que a
fragilidade dos clones será superada à medida que a tecnologia for
aperfeiçoada e que um número relativamente pequeno de novos bichos de
estimação clonados teria um efeito muito reduzido sobre a atual população de
animais. Além do mais, eles argumentam que a clonagem tem aplicações
científicas. Os clones poderiam fornecer uma série de animais idênticos para
a pesquisa em laboratório, por exemplo, permitindo aos cientistas praticar as
suas experiências sem correr o risco de se deparar com o problema da
variabilidade genética, a qual pode confundir os resultados.
Já, para os críticos da clonagem, tais
argumentos não passam de "folhas de figueira" morais. Eles
consideram cc uma espécie de repetição antes do advento da clonagem humana, e
eles estão confusos com a maneira com que o ensaio está sendo feito.
"Uma vez que estão deixando a clonagem desenvolver-se sozinha, como uma
empresa comercial, não existe, na verdade, nenhum controle", diz Lori
Gruen, uma professora de ética da Wesleyan University que apóia de maneira geral
as pesquisas sobre clonagem. Como pode uma cultura que não consegue chegar a
um acordo sobre a moralidade de se utilizar embriões humanos para criar
células tronco, tolerar uma tecnologia na qual 86 embriões humanos teriam que
morrer antes que um 87º possa permanecer vivo? "Por que fazer
isso?", pergunta Pacelle. "Me parece ser uma linha de pensamento
muito perigosa para ser seguida.
Como se fosse uma réplica a essa afirmação,
Panayiotis Zavos, um professor aposentado da Universidade do Kentucky que andou
se gabando durante dois anos de que ele seria o primeiro a clonar um humano,
anunciou na semana passada que ele acabara de selecionar 10 casais inférteis
e que ele estava se preparando para começar os trabalhos no próximo mês. Se
você achou que era difícil não se apaixonar por cc, espere então até ver o
primeiro neném.
Tradução: Jean-Yves de Neufville
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Homenagem legal, embora seja "uma roubada"
Nove filhas recebem nome Walter para homenagear pai na Paraíba
Meninas dizem que eram motivo de piada na infância.
Casal teve 15 filhos, e todos receberam nomes com variações de Walter.
Ao ficar grávida do seu primeiro filho, a paraibana Erotides Brandão
fez um acordo com o seu marido e prometeu homenageá-lo batizando a criança de
Walter, mesmo nome do pai. Ela só não esperava que ele ia gostar tanto e pedir
que todos os outros filhos também tivessem esse nome. Ao todo, foram 15
Walters, sendo nove mulheres - um menino morreu ainda bebê. “A primeira foi
Walterlúcia e no outro ano ele pediu para ficar colocando sempre. Eu não sabia
que iam ser tantos, mas a gente não sabia negar nada um ao outro”, conta
Erotides, hoje com 88 anos, em entrevista ao G1.
O casal teve que ter criatividade para variar nos nomes. Eles decidiram
que as mulheres iam ter os nomes femininos agregados ao Walter e seguidos por
Maria: Walterlúcia Maria, Walterlívia Maria, Walterlênia Maria, Walterlônia
Maria, Walterlácia Maria, Walterluzia Maria Emília, Walterluana Maria,
Walterangelina Maria e Waltersilvana Maria. Os homens, por sua vez, foram batizados
apenas com nomes compostos: Walter Emanuel, Walter Luís, Walter Olivério,
Walter Marcelo (morreu aos seis meses), Walter Licínio e Walter Fernando.
“Eu inventava na hora. Já
cheguei a perder as contas. Mas ainda perdi três bebês e eles também seriam
Walters”, afirma a mãe, reunida com os filhos na casa de um deles, no bairro de
Jaguaribe, em João Pessoa. “É merecido, o pai mereceu. Ele era um homem muito
bom.”
O Walter pai, que inspirou a todos, morreu em 2003, aos 81 anos, mas deixou, além dos filhos, netos com o seu nome. Dos 33 netos do casal, quatro também são Walter. “Tive dois filhos e absorvi a loucura de papai. Meu primeiro filho nasceu no dia de Santo Antônio. Até pensei em colocar esse nome nele, mas entre homenagear Santo Antônio e Santo Walter, eu preferi homenagear o Santo Walter”, conta, aos risos, Walter Licínio, que é pai de Walter Licínio Filho e Walter Yanko.
O Walter pai, que inspirou a todos, morreu em 2003, aos 81 anos, mas deixou, além dos filhos, netos com o seu nome. Dos 33 netos do casal, quatro também são Walter. “Tive dois filhos e absorvi a loucura de papai. Meu primeiro filho nasceu no dia de Santo Antônio. Até pensei em colocar esse nome nele, mas entre homenagear Santo Antônio e Santo Walter, eu preferi homenagear o Santo Walter”, conta, aos risos, Walter Licínio, que é pai de Walter Licínio Filho e Walter Yanko.
Walter Olivério também repassou seu nome para o filho, Walter Olivério
Júnior, e Walterluzia homenageou diretamente o pai, batizando seu primeiro
filho de Walter Fernandes Brandão Neto. “Vai fazer nove anos que ele faleceu,
mas parece que ele está aqui. Ele foi uma referência muito grande na nossa
vida”, diz Walterluzia.
Um dos filhos que resolveram não repassar o nome para os herdeiros acabou se arrependendo. “Eu não coloquei porque já havia muitos Walters, então eu preferi não colocar. Mas depois de 30 anos eu me arrependi, depois que vi o depoimento da minha mãe sobre o motivo dos nomes”, conta Walter Fernando, o caçula dos homens, que hoje é pai de Júlio, Lívio e Fernanda.
Um dos filhos que resolveram não repassar o nome para os herdeiros acabou se arrependendo. “Eu não coloquei porque já havia muitos Walters, então eu preferi não colocar. Mas depois de 30 anos eu me arrependi, depois que vi o depoimento da minha mãe sobre o motivo dos nomes”, conta Walter Fernando, o caçula dos homens, que hoje é pai de Júlio, Lívio e Fernanda.
Problemas para as mulheres
Apesar de a família se orgulhar da homenagem ao pai, o nome deu problemas às nove mulheres. Walterlúcia, a filha mais velha, conta que as colegas nunca a chamavam pelo nome, e sim por ‘Waltinha’. “Era péssimo e gerava briga. Eu corria e batia nelas, o negócio era feio”, relata.
E o problema não era apenas com Walterlúcia. As outras irmãs também eram motivo de piada onde passavam. “Como eu era a mais forte, eu defendia todas”, diz a mais velha.
“Meu pai era instrutor de tiro de guerra, então ele era transferido várias vezes. Em todo lugar que a gente ia era isso, por isso nunca gostei do meu nome. E a gente não podia falar isso para papai porque ele ficava triste. Mas fui amadurecendo e me acostumei”, garante Walterlúcia. Ela, porém, conta que já tentou mudar o nome e só não o fez por ser "muito caro". Hoje, quando perguntam o nome dela, ela o resume a Lúcia Brandão.
Apesar de a família se orgulhar da homenagem ao pai, o nome deu problemas às nove mulheres. Walterlúcia, a filha mais velha, conta que as colegas nunca a chamavam pelo nome, e sim por ‘Waltinha’. “Era péssimo e gerava briga. Eu corria e batia nelas, o negócio era feio”, relata.
E o problema não era apenas com Walterlúcia. As outras irmãs também eram motivo de piada onde passavam. “Como eu era a mais forte, eu defendia todas”, diz a mais velha.
“Meu pai era instrutor de tiro de guerra, então ele era transferido várias vezes. Em todo lugar que a gente ia era isso, por isso nunca gostei do meu nome. E a gente não podia falar isso para papai porque ele ficava triste. Mas fui amadurecendo e me acostumei”, garante Walterlúcia. Ela, porém, conta que já tentou mudar o nome e só não o fez por ser "muito caro". Hoje, quando perguntam o nome dela, ela o resume a Lúcia Brandão.
Perfeito...
Atualização de status
De ATEA -
Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos
"Tenho Quatorze anos,desde menor, tive uma convivência com religião
tanto por parte da minha mãe. quanto pela família, e também escola. Na escola
porque toda segunda-feira se me lembro bem, a escola inteira era obrigada a
rezar ''Pai Nosso'' e ''Santo Anjo'' sempre tive digamos o ''costume'' de rezar
antes de dormir pois minha mãe dizia : Reza para o seu anjo te proteger, por
influência. A partir de os meus 10 anos,comecei a pensar comigo mesmo : Porque
eu rezo, faço a cruz quando passo perto de igrejas sendo que, eu não me prendo
a esse ''ser'' Que qual não acredito ?
Desde então,me enxergo como um ''Agnóstico'' Ano passado,minha mãe me obrigava a fazer catequese, literalmente, eu com 13 anos, no meio de uma turma de pirralhos de 5,6,7 anos, no qual as atividades eram daqueles livrinhos de escolinha,com atividades bestas. Eu tinha que conviver TODOS os sábados de manhã das 8:30 as 10. Era insuportável, eu dizia para a minha mãe, que não gostava de ir, não tinha prazer, só de lembrar de sexta que sábado tinha catequese, me dava desgosto. E foi assim durante 8 meses de 2011.
Esse ano,minha mãe voltou com a ideia ''Vá para a catequese'' De março até Maio (Foi o tempo em que aguentei) Todas as quintas-feiras eu saia da minha aula, e ia direto a catequese, gastando 10 REAIS para transporte.Então decidi conversar seriamente com minha mãe sobre o fato de eu realmente NÃO GOSTAR de ir a catequese abordei o assunto com ela,e toda vez que eu começa a pressionar ela suficientemente para ela ficar sem fala, ela cortava e entrava em assuntos que não tinham ABSOLUTAMENTE nada a ver, até que chegou a seguinte conclusão:
A unica coisa que te peço é para você ir a catequese,UMA vez na semana,e você não pode fazer isso para mim,eu faço tudo para você, já que você já é homem suficiente para tomar as suas decisões você decide oque você irá fazer da vida agora,mais que merda (e saiu chiando)
Cheguei a seguinte conclusão sobre a minha mãe : Que fanatismo.. Ela tenta me fazer uma pessoa ''Crente'' sendo que não o posso, e ainda me coloca como errado dizendo que SOU MENOR,e PRECISO CONHECER,mais da vida E LER MAIS sobre as RELIGIÕES,para depois ESCOLHER oque eu quero ser.
É brincadeira.... Gostaria que vocês dessa página me deem uma ajuda,apesar que isso já aconteceu alguns meses,quando o assunto é abordado entre mim e minha mãe o clima fica meio estranho e também para saber se vocês pensam oque me vem a cabeça.
Grato."
https://www.facebook.com/ATEA.ORG.BR/posts/455409364489651Desde então,me enxergo como um ''Agnóstico'' Ano passado,minha mãe me obrigava a fazer catequese, literalmente, eu com 13 anos, no meio de uma turma de pirralhos de 5,6,7 anos, no qual as atividades eram daqueles livrinhos de escolinha,com atividades bestas. Eu tinha que conviver TODOS os sábados de manhã das 8:30 as 10. Era insuportável, eu dizia para a minha mãe, que não gostava de ir, não tinha prazer, só de lembrar de sexta que sábado tinha catequese, me dava desgosto. E foi assim durante 8 meses de 2011.
Esse ano,minha mãe voltou com a ideia ''Vá para a catequese'' De março até Maio (Foi o tempo em que aguentei) Todas as quintas-feiras eu saia da minha aula, e ia direto a catequese, gastando 10 REAIS para transporte.Então decidi conversar seriamente com minha mãe sobre o fato de eu realmente NÃO GOSTAR de ir a catequese abordei o assunto com ela,e toda vez que eu começa a pressionar ela suficientemente para ela ficar sem fala, ela cortava e entrava em assuntos que não tinham ABSOLUTAMENTE nada a ver, até que chegou a seguinte conclusão:
A unica coisa que te peço é para você ir a catequese,UMA vez na semana,e você não pode fazer isso para mim,eu faço tudo para você, já que você já é homem suficiente para tomar as suas decisões você decide oque você irá fazer da vida agora,mais que merda (e saiu chiando)
Cheguei a seguinte conclusão sobre a minha mãe : Que fanatismo.. Ela tenta me fazer uma pessoa ''Crente'' sendo que não o posso, e ainda me coloca como errado dizendo que SOU MENOR,e PRECISO CONHECER,mais da vida E LER MAIS sobre as RELIGIÕES,para depois ESCOLHER oque eu quero ser.
É brincadeira.... Gostaria que vocês dessa página me deem uma ajuda,apesar que isso já aconteceu alguns meses,quando o assunto é abordado entre mim e minha mãe o clima fica meio estranho e também para saber se vocês pensam oque me vem a cabeça.
Grato."
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Refletir...
“Somos o que pensamos. Tudo o que
somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o nosso
mundo.” (Buda)
Pensamentos...
"A
vida tem esse não sei o quê do imprevisto e surpreendente fragrância e beleza
que Deus nos deu para toda a humanidade e que devemos proteger para deixar às
gerações futuras uma vida mais justa e fraterna, restabelecendo o equilíbrio
com a Mãe Terra". Adolfo Perez Esquivel, arquiteto, escultor e ativista de
direitos humanos, ARG, 1931
Quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Anjo do dia: Yabamiah.
Dia de São Fábio.
Dia da Mobilização pela Vida.
Dia Mundial das Populações Indígenas (ONU).
Dia do início da Lua Minguante.
1884 Julio Cezar Ribeiro de Souza, inventor do balão dirigível, recebe a notícia de que os capitães franceses Charles Renard e Arthur C. Krebs haviam se apropriado do seu invento, apesar de ter sido patenteado na FRA, EUA, ALE, ING, RUS, POR, BEL, AUT e BRA. Tentou lutar pelos seus direitos, mas foi criticado e ridicularizado pela imprensa brasileira e morreu sem ter seus direitos reconhecidos.
1922 Berta Lutz funda a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, para lutar pelo direito a voto.
1942 Gandhi é preso por 2 anos, pelas autoridades coloniais inglesas.
1960 Agência Central de Inteligência (CIA) contrata o mafioso, Johnny Roselli por US$ 150 mil, para matar Fidel Castro, presidente de Cuba.
1908 Nascimento: Francisco Soares de Araújo, o Canhoto, compositor.
1931 Nascimento: Mário Jorge Lobo Zagalo, jogador, campeão mundial e técnico da seleção brasileira de futebol.
Quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Anjo do dia: Yabamiah.
Dia de São Fábio.
Dia da Mobilização pela Vida.
Dia Mundial das Populações Indígenas (ONU).
Dia do início da Lua Minguante.
1884 Julio Cezar Ribeiro de Souza, inventor do balão dirigível, recebe a notícia de que os capitães franceses Charles Renard e Arthur C. Krebs haviam se apropriado do seu invento, apesar de ter sido patenteado na FRA, EUA, ALE, ING, RUS, POR, BEL, AUT e BRA. Tentou lutar pelos seus direitos, mas foi criticado e ridicularizado pela imprensa brasileira e morreu sem ter seus direitos reconhecidos.
1922 Berta Lutz funda a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, para lutar pelo direito a voto.
1942 Gandhi é preso por 2 anos, pelas autoridades coloniais inglesas.
1960 Agência Central de Inteligência (CIA) contrata o mafioso, Johnny Roselli por US$ 150 mil, para matar Fidel Castro, presidente de Cuba.
1908 Nascimento: Francisco Soares de Araújo, o Canhoto, compositor.
1931 Nascimento: Mário Jorge Lobo Zagalo, jogador, campeão mundial e técnico da seleção brasileira de futebol.
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Quatro amigos ambos deficientes físicos, um cego, um surdo, um careca e o outro aleijado, resolveram se aventurar em entrar em um cemit...