terça-feira, 16 de julho de 2013

Retrato cruel...

Mais de um terço das vítimas de homicídios em 2011 no Brasil foram de homens negros entre 15 e 29 anos
Grupo representa cerca de 36% de todos os assassinatos cometidos no País naquele ano
Homem, negro, com idade entre 15 e 29 anos. Esta é a descrição da principal vítima de homicídios no País, segundo dados obtidos no SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), do Ministério da Saúde. Dos 52.198 homicídios ocorridos no Brasil em 2011, 18.387 tiveram como vítimas homens negros entre 15 e 29 anos, ou seja, 35,2% do total.

De acordo com a cientista social Áurea Carolina de Freitas, que integra o Fórum das Juventudes da Grande Belo Horizonte, o fenômeno é consequência de fatores como uma polícia que não respeita os direitos humanos e uma cultura social que não valoriza a vida do jovem negro que mora na periferia das cidades.

— Seria preciso uma mudança radical no Sistema Judiciário, nessa lógica de encarceramento em massa, de ver a juventude negra sempre como um suspeito, que mesmo calado está errado, da prática de primeiro atirar para depois perguntar o que a pessoa está fazendo. Recebemos muita denúncia de pessoas que primeiro apanham, e só depois a polícia pergunta o que está fazendo naquela hora, naquele lugar.

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/07/13/mais-de-um-terco-das-vitimas-de-homicidios-em-2011-no-brasil-foram-negros/

sábado, 13 de julho de 2013

Aproveitem...


Pastorinho...













FILHO PRÓDIGO
E m Lucas 15:11 a 25, a Bíblia conta a história de um certo homem que tinha dois filhos. E o mais moço disse ao pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me pertence. E o pai repartiu por eles a fazenda. Poucos dias depois o filho mais jovem ajuntando tudo, partiu para uma terra distante e desperdiçou toda a fazenda, vivendo gastado tudo começou a passar necessidade. Até se submeter trabalhar num campo apascentando porcos e por alguns momentos desejava comer as bolotas que os porcos comiam. Até que ele se deu conta de como era a abundância de pão na casa do pai, e ele perecendo de fome. Vai uma reflexão amigo (a). Você já imaginou o quanto é precioso permanecer na casa do Pai? Pois é, Deus preparou para você uma vida próspera e digna na casa dele e você tem desperdiçado, gastando tudo dissolutamente, mas o bom é que na continuação da história, o filho se arrepende, pede para voltar e o pai recebe-o com festa... Não importa se você tem decepcionado Deus com atitudes impensadas; você só precisa se arrepender e pedir para voltar ao convívio com ele e com certeza ele te receberá com festa.
GRUPO CRISTO É AMOR IGREJA PODER CELESTIAL
PRONTO SOCORRO ESPIRITUAL

Ob. Santinho distribuído em calçada qualquer...

Só rindo...




Refletir...

“Os critérios básicos de uma relação devem estar acessíveis às duas partes.” (Provérbio Chinês)

http://pensador.uol.com.br/autor/proverbio_chines/5/

Língua afiada...

PEGADINHA GRAMATICAL
Noções linguísticas
Noções linguísticas se aplicam a todos os usuários da língua, tendo em vista o padrão formal da linguagem, bem como às situações nas quais fazemos uso delas.
  
As noções linguísticas são recursos dos quais todo usuário deve dispor.

Quando se fala em noções linguísticas, o foco está direcionado para aquele conhecimento do qual todo usuário precisa dispor, sobretudo em se tratando de situações específicas de interlocução. Assim, estabelecendo uma relação com tal pressuposto, há que se evidenciar acerca de alguns “desvios” que esse usuário, na condição de emissor, comete, tanto em se tratando da fala quanto da escrita. Muitas vezes, esse posicionamento pode se dar por um simples descuido, como também pela falta de conhecimento acerca das distintas particularidades que norteiam a língua de forma geral.

Nesse sentido, o artigo em questão tem por finalidade evidenciar alguns casos que constantemente se manifestam, representando alvo de questionamentos que, consequentemente, precisam ser solucionados, de modo a evitar determinados constrangimentos que atuam de forma negativa em algumas situações. Assim, analisemos alguns deles:

Dolorido e dolorosos– Diferenças que os demarcam

Diante de dois vocábulos cuja diferença se estabelece somente pelo sufixo, provavelmente algumas dúvidas surgirão no momento de distingui-los. Contudo, eis que essas são demarcadas por:

O vocábulo doloroso, tido em seu sentido mais amplo, refere-se a tudo àquilo que possa causa dor. A título de ilustração, atenhamo-nos ao exemplo subsequente:

O tratamento foi doloroso (por oposição a indolor)

Já “dolorido”, cuja terminação é demarcada pelo particípio (IDO), refere-se a algo que sofre, que sente a dor. Como exemplos, citamos:

Meu braço está dolorido.

Ainda com o corpo dolorido, resolveu caminhar um pouco.

Dessa forma, procuremos não mais dizer que a injeção foi dolorida, mas sim “dolorosa”, pois o que está dolorido é o local em que essa foi aplicada.


À custa ou às custas?

Nossa, fulano vive até hoje às custas do pai! Ou seria à custa?

É bem verdade que, normalmente, ouvimos por aí “às custas”. No entanto, vale lembrar que o vocábulo “custas”, manifestado no meio judicial, refere-se a despesas processuais. Assim, de forma conveniente, podemos proferir:

Essas são as custas processuais.
Fulano vive até hoje à custa do pai.

Ele previu ou ele preveu?

A bem da verdade, torna-se conveniente considerarmos que o verbo prever deriva do verbo ver. Portanto, para conjugá-lo, devemos seguir o mesmo padrão do verbo em referência (ver). Ele, você, todos nós previmos, e não prevemos (no pretérito).


Ao ato de ranger os dentes atribuímos bruxismo (com som de x)?

Engana-se quem, até então, fez desse pressuposto uma verdade. Saiba que o verdadeiro som que se deve à pronúncia dessa palavra é o mesmo relativo a táxi, ou seja, “tacsi”.

Dessa forma, não convém confundirmos bruxismo (ora pronunciado com som de “x”, pois esse se refere a bruxas), com bruxismo (pronunciado com o mesmo som de táxi), uma vez que ele se refere ao ato de ranger os dentes.
http://www.brasilescola.com/gramatica/nocoes-linguisticas.htm

História...

Prestígio e hábitos da nobreza absolutista

As roupas e os hábitos eram utilizados para marcar as diferenças entre os grupos sociais, durante a Idade Moderna.
Uma maneira de concretizar e apresentar a superioridade do poder real sobre as demais pessoas do reino durante a Idade Moderna era através os rituais das cortes absolutistas. Com os rituais, os reis criavam uma imagem de requinte e sofisticação em seus hábitos que não era acessível aos demais grupos sociais.

Esses rituais eram compostos por regras de etiqueta que marcavam a diferenciação social, e eram apresentadas como um conhecimento detido por nobres e reis, não possibilitado a burgueses, camponeses e servos. O conhecimento dos rituais palacianos era necessário para saber se portar em festas e jantares reais. Havia uma forma específica para dançar, para se portar à mesa de um jantar ou mesmo para se vestir e se apresentar em público. Até para cumprimentar nobres e reis era necessário conhecer os gestos adequados, a fim de não criar situações constrangedoras e, até mesmo, inimizades.

Através dos códigos de etiqueta os nobres exerciam influência e mostravam o poder que detinham, já que eram nas cerimônias palacianas que muitas decisões eram tomadas. Daí a possibilidade de se criarem as intrigas palacianas com o objetivo de influenciar decisões, tão comumente apresentadas na literatura que retrata essa época.

A participação nestas cerimônias garantia prestígio social, através de um estilo de vida diferente das pessoas pobres, e proporcionava ainda um sentimento de honra. São estas características que levam alguns historiadores e sociólogos a afirmar que diferentemente da sociedade capitalista, dividida em classes sociais com base em critérios econômicos, a sociedade da Idade Moderna era dividida em estamentos. Os que tinham privilégios, como o clero e a nobreza, sobrepunham-se aos que não tinham, como os camponeses, os nobres e os burgueses. Essa forma de divisão social é chamada de sociedade estamental, onde não há mobilidade social. Desta forma, as pessoas que nascem em algum estamento jamais passarão para outro. Por exemplo, os camponeses serão sempre camponeses, não podendo um dia se tornar nobres.

Para estes estudiosos eram os privilégios, a honra, o estilo de vida e a tradição que colocavam a nobreza e o clero numa situação de superioridade social em relação aos demais grupos da população. A exploração do trabalho camponês, o recolhimento de impostos e a detenção de grandes quantidades de terras eram apenas um poder acessório. Assim, o que garantia a superioridade social da nobreza e do clero era o prestígio social e os hábitos requintados de vida, baseados em uma tradição secular.

Mais uma etapa superada...